As mulheres já representam 20% da elite bilionária brasileira, controlando impressionantes R$ 343,7 bilhões.
A fortuna dessas líderes provém de setores estratégicos: bancos, indústria pesada e o agronegócio.
Cristina Junqueira e o Nubank mostram que o empreendedorismo disruptivo é o novo caminho para o topo.
Lucia Maggi personifica a força do agronegócio, provando que a gestão direta gera resultados bilionários.
Líderes de grupos como Safra e Votorantim investem em conselhos profissionais para garantir o futuro.
Além do capital, essas mulheres comandam fundações que ditam os rumos da saúde e educação no Brasil.
O ranking de 2026 revela uma mudança: a inteligência estratégica feminina agora protagoniza o PIB nacional.
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